Paranóias da NightShade

About Me

Meu exercício de livre criação para aprimorar meu conhecimento sobre informática e descobrir um pouco mais sobre mim mesma, já que escrever faz bem à alma.

November 16th, 2004

Azar

Posted by nightshade at 08:53 PM on November 16, 2004.

Como já está virando costume, passei o feriado doente. Credo, parece até macumba! Desta vez foi uma reação alérgica a um anti-inflamatório para o meu pé. Mas hipocondriaca não existe. E o pior é que esses problemas só acontecem fim de semana. Pelo menos se eu conseguir um estágio, esse azar não vai atrapalha-lo.

Dei um tremendo azar de ter tomado o remédio horas antes de fazer o teste para uma vaga na TV Cultura. Até fui lá, mas não pude ser atendida por estarem muito ocupados. Fiquei de receber uma ligação me chamando novamente, mas não aconteceu. Acho que estavam muito ocupados com a edição do programa para lembrar.

Eu teria ligado se não estivesse com o olho inchado. Por causa do remédio que tomei fiquei que nem um monstro. Não dava para fazer nada.

Acabou que essa já perdi (essa aliás era para editor), mas está sob júdice a abertura de uma vaga para repórter. Se abrir, tentarei de novo. Afinal de contas, eu achava que essa de editor era para repórter.

Quero muito trabalhar. Quero um estágio >__________<

3 Falaram comigo

November 13th, 2004

Open house

Posted by nightshade at 05:17 AM on November 13, 2004.

Ontem eu tive algumas surpresas bem surpreendentes. sei que estou sendo redundante, mas é aterrador o quanto as pessoas podem nos surpreender. Não sei se essa foi para bem ou para ruim.

Sem nada para fazer fui em uma open house no prédio de um amigo de uma colega de classe. Aliás, até esse dia, eu nem imagina o quê era isso. E depois de algumas bebidas acabei sabendo mais do que jamais tinha imaginado de algumas colegas. Gosh! Isso para uma pessoa que se surpreendia com as arrumações de um amigo meu. Ele perto delas é um santo.

Mas a reunião foi muito boa. Pela primeira vez comi lagosta. Na realidade o gosto é como o do caranguejo. É impresionante como as pessoas de outros estados são educadas. Nossos anfitriões, uns rapazes da marinha, foram verdadeiros gentlemans. Muito legal. Ri bastante falando bobagens com as meninas.

Pena que após isso não consegui dormir. Apesar de estar se tornando um hábito, já fico feliz quando consigo apenas 1 hora de sono. Talvez seja porque eu sou uma pessoa muito agitada. Voltei para a academia, ela pelo menos me deixa tão cansada que acabo cochilando por pelo menos um bloco de Maria do Bairro, como aconteceu hoje : )

E o trabalho de economia que vou apresentar hoje nem deu as caras. Minha parte ficou pronta desde segunda...odeio trabalho em grupo.
Currently feeling: cheerful

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November 12th, 2004

A toda hora, em todo momento

Posted by nightshade at 09:23 AM on November 12, 2004.

Aula de planejamento gráfico. Estou dando teoria das cores. Até que esse ano não foi tão ruim, se levarmos em cosideração que considerado com o passado, cheguei a ter alguns dias de aulas. Quem disse que faculdade paga é melhor que a pública por ter mais aula estava redondamente enganado.

Enquanto eu fico pensando em como poderei usar isso para layout de blog, minha amiga acaba de achar um uso interessante para a teoria das cores: combinar as roupas dela quando ela for sair. É, só a Pio mesmo.

Vou ter que filmar um documentário sobre o mundo gay na Go! Já sabem como devo estar não é?

As férias estão chegando e quero trabalhar mais. Quem souber de um bom estágio, ou emprego na área de jornalismo me avise. Ok?

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October 27th, 2004

Em tempos de eleição

Posted by nightshade at 10:46 PM on October 27, 2004.

Quando Deus fez o BRASIL, decidiu dar a cada povo duas
virtudes, para que assim prosperassem. E, assim, disse para
um arcanjo anotar
em um caderno:
Os Mineiros = ordeiros e respeitadores da lei;
Os Gaúchos = tenazes e audaciosos;
Os Paulistas = trabalhadores e pacientes;
Os pernambucanos = revolucionários e cordiais;
Os PARAENSES = inteligentes, honestos e votantes do
Duciomar.
Quando terminou de fazer o BRASIL, o arcanjo o chamou e
disse: "Senhor Onipotente, o Senhor deu a todos os povos
dois predicados, mas
aos PARAENSES o Senhor deu três: inteligência, honestidade e
votantes do Duciomar. Isto fará com que eles prevaleçam sobre
os outros povos do BRASIL. De agora em diante, os PARAENSES
conservarão estes três predicados, mas, afim de que não
prejudiquem os outros povos... sópoderão usar dois de cada
vez". Desde então, é por essa razão que:
1 - O PARAENSE que vota no Dulciomar e é honesto, não pode
ser inteligente;
2 - Aquele que é inteligente e vota no Duciomar, não pode
ser honesto;
3 - E aquele que é honesto e inteligente... não poderá
nunca votar no Duciomar.

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October 19th, 2004

Quero minha paz!

Posted by nightshade at 03:21 AM on October 19, 2004.

O problema da política é prometer metas inalcançáveis sem explicar como atingi-la, esquecendo de especificar, especialmente, com que recursos. Vejam o caso do nordeste brasileiro. É por isso que qualquer candidato que se declare "a estrela do Pará", ou que fique 24 horas buzinando um jingle enlouquecedor, desrespeitando, inclusive, o horário de sono de seus "eleitores", é digno somente de desconfiança.

Antigamente, nos EUA, as eleições seguiam o seguinte esquema: No período entre a candidatura dos interessados e as eleições, não havia propaganda política. O máximo - e ideal - era a apresentação das propostas de cada candidato antes do momento de votação. E isso, durante apenas o período de meia hora. Mais do que isso - como acontece hoje - seria deixar tempo para discussões desnecessárias e outras balelas, como as famosas artimanhas de beijar criancinhas - que hoje em dia seria prontamente substituída por uma imagem do candidato nas baixadas junto de "seu" povo. Pena que esse processo se corrompeu com o passar dos anos. Estudo jornalismo e conheço pessoas que trabalham em assessoria... as coisas que acontecem....é cada uma.

Quem dera tivesse sido apenas o processo eleitoral a se degradar. Até mesmo o respeito ao próximo está "fora de moda" hoje em dia. É um absurdo a altura do volume de certos sons de carros, alguns verdadeiros tupinambás, ligados por certos desocupados. Veja bem, não estou me referindo aqueles que, depois de uma merecida semana de labor, saem para relaxar com os amigos, e sim, dos que gostam de cheirar bosta. Os detridos e poluição do canal da Doca parecem atrair essas pessoas. Talvez para elas esse odor não seja odor, e sim aroma. Essa é a única explicação para um ser humano passar a noite toda perto de um valão. Tudo bem que é um valão "mais limpinho", que virou até ponto turístico, ainda assim, nem isso justifica. Afinal de contas, existem tantos outros lugares para se encontrar para conversar.

Talvez seja esse o diferencial: conversar. Pois, nessas "reuniões" no PDV, fazem de TUDO - fumam beck, bebem, se comem dentro dos carros, etc - MENOS conversar. Mesmo porque, a execução de uma boa conversar é impraticável perto dos ensurdecedores auto-falante dos carros.

Amo música e respeito todos os gêneros, inclusive o brega, ritmo tão "paraense", segundo muitos. O amor à música, porém, não exime ninguém das regras da civilidade. Para viver em sociedade é preciso respeito. Que escutem suas músicas, mas que NÃO obriguem os moradores de três quarteirões a ouvi-las também.

Em todo caso, na contra mão do desarmamento, a compra de uma escopeta de longo alcance deveria ser liberada à cada cidadão, para o único propósito de acertar o tanque do carro cujo som estiver lhe incomodando, já que a SEMA não dá jeito. No caso dos mais bonzinhos, sugiro que mirem apenas nas caixas de som, ainda que o sentimento de justiça, de liberdade, de poder dormir, estudar, e viver, em paz não seja tão recompensador quanto o da primeira hipótese.

PS- Claro que existe sempre a possibilidade de seguir o "perturbador da paz" até sua casa, mas isso demora, pois, como disse anteriormente, eles ficam a noite inteira com o som ligado. Para os perseverantes que conseguirem, levem seu próprio som, e liguem durante o período da manhã, que é quando eles dormem, já que são desocupados. Vamos ver se eles gostam do remédio. Mas uma vez, em todo caso, existe sempre a escopeta...

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